Pois bem,
Hoje, dia 207 do anos 21, não aprendi nada em especial, apenas dei razão há há algumas vozes de minha consciência que conversam comigo a cada novo dia.
Dei razão a voz que apesar de já me conhecer a tanto tempo ainda se espanta com minha capacidade de abrir mão de meus planos em busca de ajudar naquilo que beneficia o grupo. A primeira vista percebo que aqueles que me cercam tendem a reclamar diante da adversidade como se clamando por algum tipo de intervenção, o que de fato ocorre quando eu, na busca de ajudar o grupo sacrifico parte de meus planos ora este pois esta em jogando muitas outras peças. Outrora esta facie de minha pessoa já foi mais dominante e exagerada a ponte de me prejudicar nas atividades pessoais, hoje apesar de ainda ser ingenuo já consigo medir as conseguências destas ações.
Dei razão a voz que diz que o cotidiano tende a ironia no sentido de quando menos se espera, e suas convicções te levam a crer que tudo deu errado os resultados se mostraram promissores bem como, infelizmente o contrario também. Por isso que não consigo desacreditar na corrente filosófica que o universo tende a neutralidade. (por hora não vejo porque entrar no mérito de explicar esta afirmação.)
Concordei com o pensamento que disse que não existe trevas ou luz que dure para sempre e que devemos saber admitir a necessidade de ambas as faces se desejamos ver com clareza o mundo.
Em suma hoje aprendi que apesar de velhos hábitos serem difíceis de se perder, a vida segue surpreendendo.
Filme do dia: "O brilho eterno de uma mente sem lembranças". Recomendo:para aqueles que acreditam que Jean Carrey só sabe fazer comedia; para aqueles que idealizam muita a vida e se frustram; para aqueles que gostam de filmes que falam de comportamento humano, em suma recomendo. Para assistir junto com Blue Valentine e uma xícara de chá.
Cya.
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